10 Alimentos Que Podem Fazer Diferença Para Quem Tem TDAH

O diagnóstico de TDAH tem se tornado cada vez mais comum, principalmente porque hoje existe mais informação e mais profissionais preparados para identificar o transtorno. Com isso, cresce também o interesse em entender o que realmente pode ajudar no dia a dia, e a alimentação é um desses pontos.

Comer bem não substitui acompanhamento médico, terapias ou medicação quando indicada, mas pode apoiar, e muito, a rotina de quem tem TDAH. Alguns nutrientes ajudam no foco, no humor e na energia, enquanto outros alimentos podem piorar irritabilidade e impulsividade. Ou seja, a comida não resolve tudo, mas faz diferença.

A relação entre alimentação e TDAH

O TDAH é uma condição neurobiológica que afeta a atenção, impulsividade e, em muitos casos, a forma como a pessoa regula a própria energia. E como o cérebro é um órgão que consome muita demanda nutricional, a alimentação tem impacto direto no funcionamento dele.

Pesquisas mostram que nutrientes como ômega-3, ferro, magnésio, zinco e vitaminas do complexo B ajudam na produção e regulação dos neurotransmissores que influenciam foco, comportamento e humor.
Por outro lado, dietas ricas em açúcar, ultraprocessados e corantes artificiais tendem a gerar picos e quedas de energia, além de alterar o comportamento.

A ideia aqui não é criar uma “dieta perfeita”, mas ajudar o cérebro a trabalhar em um ambiente mais equilibrado.

10 alimentos que fazem diferença

1. Peixes ricos em ômega-3 (salmão, sardinha, cavalinha)

O ômega-3 é um dos nutrientes mais estudados para o TDAH. Ele ajuda na formação das membranas dos neurônios, melhora a comunicação entre eles e pode reduzir sintomas como desatenção e impulsividade. Dietas ricas em ômega-3 também estão associadas a melhor memória, menor irritabilidade e mais estabilidade emocional.

2. Ovos

Além de serem uma excelente fonte de proteína, os ovos fornecem colina, um nutriente que participa da produção de acetilcolina, neurotransmissor essencial para foco, aprendizagem e memória. Por serem versáteis e fáceis de incluir nas refeições, ajudam a manter níveis de energia mais estáveis ao longo do dia.

3. Aveia

A aveia é rica em fibras que retardam a absorção dos carboidratos, liberando energia de forma mais constante. Isso ajuda a evitar picos e quedas de glicose no sangue, que aumentam agitação, irritabilidade e dificuldade de concentração. Também contém vitaminas do complexo B, importantes para a função cerebral.

4. Frutas vermelhas (morango, amora, mirtilo, framboesa)

Essas frutas são ricas em antioxidantes, especialmente flavonoides, que protegem as células cerebrais do estresse oxidativo, algo associado a pior desempenho cognitivo. Estudos mostram que essas frutas podem melhorar a memória, tempo de reação e aprendizado, além de ajudar na regulação do humor.

5. Verduras verde-escuras (couve, espinafre, brócolis)

Elas fornecem ferro, magnésio e ácido fólico, nutrientes essenciais para o transporte de oxigênio e a produção de neurotransmissores. A deficiência de ferro, por exemplo, já foi associada ao agravamento de sintomas do TDAH. O magnésio ajuda a reduzir irritabilidade e melhora o relaxamento neuromuscular.

6. Castanhas e nozes

Ricas em gorduras boas, zinco, magnésio e proteínas, as oleaginosas ajudam a manter a estabilidade emocional e melhorar a resposta ao estresse. Também são ótimas para o funcionamento das sinapses, já que o cérebro depende de gorduras saudáveis para se comunicar corretamente.

7. Abacate

O abacate é fonte de gorduras monoinsaturadas que ajudam a manter o fluxo sanguíneo para o cérebro, favorecendo a clareza mental e foco. Também contém vitaminas do complexo B e potássio, que contribuem para o equilíbrio energético e reduzem oscilações de humor.

8. Iogurte natural e kefir

Probióticos presentes nesses alimentos equilibram a microbiota intestinal, que por sua vez influencia o humor, o foco e a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina. Uma flora intestinal desequilibrada pode aumentar irritabilidade e piorar sintomas emocionais do TDAH.

9. Grãos integrais (arroz integral, quinoa, pães e massas integrais)

Eles são fontes de carboidratos complexos, que liberam energia lentamente, mantendo a mente alerta por mais tempo. Também contêm fibras, vitaminas e minerais que sustentam o funcionamento cerebral e ajudam a regular o humor.

10. Água

A hidratação é essencial para qualquer pessoa, mas para quem tem TDAH o impacto é ainda maior. A falta de água reduz a atenção, memória e velocidade de processamento. Mesmo uma leve desidratação já afeta a concentração e aumenta a irritabilidade. Manter garrafinhas por perto durante o dia faz diferença.

O que evitar na alimentação de quem tem TDAH

Alguns alimentos podem piorar impulsividade, irritação e variações de energia, como:

  • açúcar refinado e refrigerantes
  • corantes e aditivos artificiais
  • ultraprocessados
  • frituras e gorduras trans

Esses itens geram oscilações bruscas de energia e podem intensificar comportamentos típicos do TDAH

Como a Risotolândia contribui para isso

A alimentação oferecida na escola tem impacto direto no foco, no comportamento e no bem-estar emocional das crianças, especialmente daquelas que têm TDAH. Quando o cardápio é variado, equilibrado e acompanhado por nutricionistas, a criança mantém níveis de energia mais estáveis, melhora o foco, reduz ansiedade e cria hábitos alimentares mais saudáveis.

A Risotolândia trabalha para que esse impacto seja positivo todos os dias. Com refeições nutritivas, saborosas e diversificadas, incluindo frutas, legumes, proteínas, grãos e laticínios, a empresa contribui para:

  • melhorar a função cerebral e a capacidade de aprendizagem
  • reduzir estresse e ansiedade ao estabilizar a energia
  • promover convivência, socialização e construção de hábitos saudáveis
  • fortalecer autoestima e bem-estar, ajudando a criança a se sentir mais disposta e confiante

Além de nutrir, as refeições também têm um papel educativo: ao conhecer e experimentar diferentes alimentos, as crianças desenvolvem autonomia, curiosidade e uma relação mais positiva com a comida. Para estudantes com TDAH, isso pode representar um dia mais tranquilo, produtivo e com melhor qualidade de vida dentro da escola.

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